segunda-feira, 3 de maio de 2010

6-capitulo

Toda aquela mensagem estava ecoando na minha cabeça: como será?Em que hora deveria agir? Ela não respondeu a todas as minhas perguntas.
Fiquei matutando comigo mesma esse enigma como iria resolvê-lo?
O que iria fazer na hora?

Meu pai me chamou para ir ao seu consultório,e eu aceitei.
Durante todo o trajeto meu pensamento estava em outro lugar
No enigma da boneca? Não,Clark?Sim meu pensamento estava com ele!
Não conseguia nem pensar em outra coisa.
Quando chegamos ao consultório do meu pai prestei atenção em uma coisa
Ele tinha um consultório do lado de um cemitério.

-jenny?-perguntou meu pai
-oi - respondi
- seu pensamento ta em outro lugar né?-perguntou Caroline
-é bem longe... posso ir ali um estantinho?-perguntei
-sim - disse meu pai


Aproximei-me do cemitério e tomei um susto o nome do cemitério é Ab-dulláh na hora me deu um arrepio parecia que eu estava escutando vozes,
Como se elas quisessem que eu entrasse ,do nada as portas do cemitério se abriram,eram grades grandes,no final da passagem fitei um velho ranzinzo bem lá no fundo,com fumaça saindo por trás dele,na hora me bateu um medo.

Quanto mais o velho se aproximava mais me dava medo,eu quis correr pra bem longe dali,ouvi uma voz bem forte

-jennyfer ele irá te guiar-disse a voz

Eu sai de lá correndo fui direto para o consultório do meu pai ,chegue lá pasma e pálida.

-jennyfer o que aconteceu com você?-perguntou Caroline
-Nada não foi só um susto – respondi
-pai eu vou embora o Clark ta me esperando ai em baixo ta? –perguntei a ele
-sim - respondeu meu pai

Desci as escadas correndo para ver o Clark .

-nossa pra quê tanta pressa?-perguntou o Clark
-nada –respondi
-alguma coisa sobre o caso da kethellin?-perguntou
-sim - respondi
-olha aquele cemitério ali - respondi
-sim e daí?-perguntou Clark
-como assim “e daí?”daí que esse é o cemitério de Ab - dulláh aonde Kethellin foi enterrada – respondi

-nossa - disse ele
-mas o que mais me impressionou foi um velho ranzinzo bem fraquinho que eu vi-disse
-Mr.Jackson?-perguntou Clark
-como sabe o nome dele?-perguntei
-meus pais quando morreram foram enterrados aqui, Mr.Jackson é o coveiro desse cemitério - disse Clark

-meus pêsames – respondi
-não tem de que se lamentar-respondeu
-bom o que você vai fazer agora?-perguntou Clark
-nada - respondi
-quer sair comigo?-perguntou ele
-o que agora?-perguntei
-é agora aceita?-perguntou
-é claro que sim - respondi

Tudo ficava mais tranqüilo quando eu estava perto do Clark, eu me sentia melhor com a presença dele, nessa viajem ele deve ter sido a melhor coisa que me aconteceu.

Naquela mesma hora começou a cair ventos fortes bem fortes mesmo, saia arrastando folhas de árvores,e quase me levara mas,para a minha sorte o Clark me segurou firme com suas mãos .A ventania tinha parado ,mas o Clark não havia me soltado.

-Clark,a ventania já parou pode me soltar –disse a ele
-é que eu não consigo - disse ele
-Clark me solta, você está-me sufocando-disse.
-ta certo,eu solto-disse ele me soltando
-eu tenho que ir.você me acompanha até em casa?-perguntei
-sim – respondeu

Fomos conversando o caminho todo, o consultório do meu pai ficava a mais ou menos cinco quadras da minha casa.

-pronto chegamos, tchau - disse.
-não –disse Clark me puxando para perto dele

Nossos lábios ficaram colados ,Clark me beijou como se fosse o nosso primeiro beijo.

Depois daquele beijo o meu mundo ficou de cabeça para baixo ,tudo revirou ao contrário.

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